terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Jamais desista de ser feliz, pois a vida é um espetáculo imperdível, ainda que se apresentem dezenas de fatores a demonstrarem o contrário.
Fernando Pessoa

domingo, 18 de janeiro de 2015

Como entender a Parada do Sol em Josué?

De fato a Igreja não nos obriga a acreditar que o Sol parou, astronomicamente falando. 
O fato narrado em Js 10,7´15 parece ter esta explicação, segundo os estudiosos: Os judeus julgavam que a terra era plana e recoberta por um firmamento ou uma abóboda cristalina, sobre a qual o sol e a lua giravam. Quando fazia mau tempo ou tempestade, diziam que o sol se retirava para a sua tenda, no firmamento, e lá ficava escondido e imóvel durante a tempestade (ver Habacuc 3, 11). 
Por conseguinte, quando o texto sagrado diz que Josué pediu o estacionamento do sol, quer significar que Josué pediu uma tempestade para ajudá´lo a vencer os adversários. O texto diz que Josué também pediu o estacionamento da lua... (estilo poético). A tempestade ocorreu e deve ter sido longa (quase um dia inteiro, diz o v.13). 
Esta longa tempestade (´que o Senhor desencadeou´ ) deve ter sido a ação de Deus para atender a prece de Josué. De fato houve uma ação milagrosa de Deus. Note que há dois relatos do episódio, de duas fontes: uma em prosa (v.7´11), devida ao autor do livro de Josué; e outra em poesia (12´13b), com breve comentário (13c´14) citada de outra fonte e inserida no livro.
Prof. Felipe Aquino

sábado, 17 de janeiro de 2015

Como é que você reage às quedas que sofre na vida?


Como é que você administra os fracassos?
Não há receitas mágicas que nos façam vencer os obstáculos.
Mas ouso dizer que há um jeito interessante de olhar para as quedas que sofremos.
É só não permitir que elas sejam definitivas.
É só não perder de vista a primavera que o outono prepara.
Administre bem os problemas que você tem, não permita que o contrário aconteça.
Se você não administrá-los, eles administrarão você.
Deus lhe quer vencedor, a vitória já está preparada feito o presente que está embrulhado
e que precisa ser aberto. Não perca tempo!
Já começou vencer aquele que se levantou para recomeçar o caminho.
Pe Fábio de Melo

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

É triste pensar que a natureza fala 
e que o gênero humano não a ouve. 
Victor Hugo

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Construí amigos, enfrentei derrotas, venci obstáculos, 
bati na porta da vida e disse-lhe:
Não tenho medo de vivê-la. 
Augusto Cury

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Compreender que há outros pontos de vista é o início da sabedoria. 
Joseph Campbell

domingo, 11 de janeiro de 2015

Amigo é aquele que sabe tudo a seu respeito e, 
mesmo assim, ainda gosta de você. 
Kim Hubbard

sábado, 10 de janeiro de 2015

Apesar dos nossos defeitos, precisamos enxergar que somos pérolas únicas no teatro da vida e entender que não existem pessoas de sucesso ou pessoas fracassadas. O que existe são pessoas que lutam pelos seus sonhos ou desistem deles.
Augusto Cury

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Não é a beleza mas sim a humanidade o objetivo da literatura. 
Salamah Mussa

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

A leitura de um bom livro é um diálogo incessante 
em que o livro fala e a alma responde. 
André Maurois

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Guie uma criança pelo caminho que ela deve 
seguir e guie-se por ela de vez em quando. 
Josh Billings

domingo, 4 de janeiro de 2015

Epifania

Trazer presentes às crianças no dia 6 de janeiro corresponde à comemoração da generosidade que estes magos tiveram ao adorar o Menino Jesus e trazer-lhe presentes levando em conta que “o que fizerdes a cada um destes pequenos, a mim o fazeis” (Mt. 25, 40); às crianças fazendo-lhes viver formosa e delicadamente a fantasia do acontecimento e aos adultos como mostra de amor e fé a Cristo recém nascido.
Prof. Felipe Aquino

sábado, 3 de janeiro de 2015

Quando a Igreja celebra a Festa do Nome de Jesus?

“Por isso Deus o exaltou soberanamente e lhe outorgou o Nome que está acima de todos os nomes, para que ao Nome de Jesus se dobre todo joelho no céu, na terra e nos infernos. E toda língua confesse, para a glória de Deus Pai, que Jesus Cristo é Senhor” (Fil 2, 9-11).
 Depois da Oitava de Natal, a Igreja celebra a importante festa do Santíssimo Nome de Jesus, no dia 2 de janeiro. É uma festa muito importante, mas que às vezes passa despercebida.
Sabemos que segundo a Lei de Moisés, todo menino era circuncidado no oitavo dia  e era o pai quem lhe dava o nome. São José teve a honra de ser encarregado por Deus para dar o nome ao divino Menino. O arcanjo Gabriel disse à Virgem Maria: “Eis que conceberás e darás à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus” (Lc 1, 30-31).
E depois o mesmo Arcanjo o confirma em sonho a José: “Ela dará à luz um filho, a quem porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo de seus pecados” (Mt 1, 20-21).  “Completados que foram os oito dias para ser circuncidado o menino, foi-lhe posto o Nome de Jesus” (Lc 2, 21).
Assim, o Santíssimo Nome de Jesus foi dado pelo céu; por isso tem poder. Santa Joana D´Arc morria na fogueira repetindo o nome de Jesus. O nome Jesus representa a Pessoa divina do Verbo encarnado.
Note que São Gabriel deixou claro a José a razão deste nome: “porque ele salvará o seu povo de seus pecados”. A palavra Jesus em Hebraico quer dizer “Deus Salva” ou Salvador. Então, pronunciar o nome de Jesus com fé, é toma-lo como divino salvador.
É no Nome de Jesus que os pecados são perdoados. “O Filho do Homem tem poder de perdoar pecados na terra” (Mc 2, 10). Ele pode dizer ao pecador: “Teus pecados estão perdoados” (Mc 2,5). E ele transmite esse poder aos homens – os Apóstolos – (Jo 20, 21-23) para que o exerçam em seu Nome.
A Igreja põe à nossa disposição a Ladainha do Santíssimo Nome de Jesus, incentivando-os a rezá-la com frequência (anexo).
A Ressurreição de Jesus glorifica o nome do Deus Salvador, pois a partir de agora é o nome de Jesus que manifesta em plenitude o poder supremo do “nome acima de todo nome”. Os espíritos maus temem Seu nome, e é em nome d’Ele que os discípulos de Jesus operam milagres, pois tudo o que pedem ao Pai em seu Nome o Pai lhes concede. É no Nome de Jesus que os enfermos são curados, é em seu nome que os mortos ressuscitam, os coxos andam, os surdos ouvem, os leprosos ficam curados… Esse nome bendito tem poder!
Depois que o pecado atingiu a humanidade, somente o Nome do Deus Redentor pode salvar o homem. E este Nome é Jesus. É pelo Nome de Jesus que os Apóstolos operaram maravilhas. “Estes milagres acompanharão os que crerem: expulsarão os demônios em meu Nome, falarão novas línguas, manusearão serpentes e, se beberem algum veneno mortal, não lhes fará mal; imporão as mãos aos enfermos e eles ficarão curados” (Mc 16,17-18). Portanto, o Nome Santo de Jesus tem poder e deve ser invocado com respeito, veneração e fé.
“O nome de Jesus significa que o próprio nome de Deus está presente na Pessoa de seu Filho feito homem para a redenção universal e definitiva dos pecados. E o único nome divino que traz a salvação e a partir de agora pode ser invocado por todos, pois se uniu a todos os homens pela Encarnação, de sorte que “não existe debaixo do céu outro nome dado aos homens pelo qual devamos ser salvos” (At 4,12). (n.432)
Os fariseus e doutores da lei quiseram impedir os Apóstolos de pregar em Nome de Jesus: “Chamaram-nos e ordenaram-lhes que absolutamente não falassem nem ensinassem em nome de Jesus” (At 4, 17-18). Mas eles se negam a deixar de pronunciar este santo Nome, porque sabem que não há salvação em nenhum outro.
O Nome de Jesus está no cerne da oração cristã. Todas as orações litúrgicas são concluídas pela fórmula “por Nosso Senhor Jesus Cristo…”. A “Ave-Maria” culmina no “bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus”. O nome de Jesus está no centro da oração mariana; o Rosário é centrado no Nome de Jesus, por isso tem poder.
Aquele ceguinho de Jericó clamou com fé o nome de Jesus e ficou curado: “Jesus, Filho de Davi, tem piedade de mim!” É o que cada um de nós precisa fazer em todas as dificuldades da vida.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

A importância da Oitava de Natal

Como viver este “tempo especial de graças”  da nossa Igreja?
Infelizmente a maioria dos católicos não sabe da importância da “Oitava de Natal”, bem como da Oitava da Páscoa.
Como essas duas Solenidades litúrgicas são as mais importantes do Ano litúrgico; pois marcam o Nascimento e a Ressurreição de Jesus, a Igreja prolonga as suas celebrações por oito dias. Com que intenção?
Com a intenção de que “o tempo especial de graças” que significam a Páscoa e o Natal, se estenda por oito dias, e o povo de Deus possa beber mais copiosamente, e por mais tempo, as graças de Deus neste tempo favorável, onde o céu beija a terra e derrama sobre elas suas Bênçãos copiosas.
Mas, só pode se beneficiar dessas graças abundantes e especiais, aqueles que têm sede, que conhecem, que acreditam, e que pedem. É uma lei de Deus, quem não pede não recebe. E só recebe quem pede com fé, esperança, confiança e humildade.
As mesmas graças e bênçãos do Natal se estendem até o final da Oitava. E neste período a Igreja acrescenta a celebração de alguns santos. No dia 26 de dezembro a memória do grande Santo Estevão, o primeiro mártir do cristianismo; para que, com sua intercessão, as graças do Natal sejam ainda mais copiosas sobre nós.
Depois temos a memória dos Santos inocentes que Herodes mandou matar. Eles intercedem por nós com seu sangue inocente.   De São João evangelista, o “discípulo que Jesus amava”, e outros santos.
No meio da Oitava, no domingo após o Natal, a Igreja nos leva a olhar e meditar na Sagrada Família de Nazaré. É hora de dizer como a música: “Jesus, Maria e José, nossa família vossa é!”. É o momento de fazer um longo silêncio diante do Presépio e aprender as grandes lições dessa Família através da qual o Salvador quis entrar em nossa história.
Não deixe passar esse tempo de graças em vão! Viva oito dias de Natal e colha todas as suas bênçãos. Não tenha pressa! Reclamamos tanto de nossas misérias, mas desprezamos tanto os salutares remédios que Deus coloca à nossa disposição tão frequentemente.
Muitas vezes somos miseráveis sentados em cima de grandes tesouros, pois perdemos a chave que poderia abri-lo. É a chave da fé, que tão maternamente a Igreja coloca todos os anos em nossas mãos. Mas quem acredita? Quem vive isso? Quem pede? Quem reza?
Pare diante do seu Presépio, durante esses dias e reze com devoção, como coração, e sua vida se transformará.
Prof. Felipe Aquino

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Ano da Paz: até o Natal de 2015

O Ano da Paz é um convite para reflexão sobre os motivos de tantos acontecimentos violentos. Está na hora da sociedade brasileira dar passos no sentido de buscar uma harmonia maior no relacionamento humano.