sábado, 1 de novembro de 2014

TODOS OS SANTOS

Apesar da Festa de Todos os Santos acontecer no dia 01/11, liturgicamente a sua comemoração é transferida para o domingo imediatamente posterior àquele dia, de modo que, a missa dominical seja o espaço comum de celebração de uma festa para qual todos nós somos convidados. Celebrar a Festa de Todos os Santos é celebrar a festa do céu, que pode ser refletida aqui na terra através desses exemplos de vida, que só nos trazem a certeza de que nós também podemos fazer de nossas vidas santas.

            O que leva alguém a ser santo?
Precisamos assumir o nosso ser cristão. E o que significa trazer no peito o nome de cristãos? Ser cristão não é somente um título bonito, ou uma foto no álbum, ou uma data a ser recordada, mas é algo que caracteriza o nosso modo de viver, de dialogar, de ser e agir na sociedade, na família, na comunidade.
Trata-se de um chamado divino: “Sede santos, porque o vosso Deus é santo”. Mas, em que consiste esse ser santo?
Para alguns significa algo ultrapassado que nem cabe refletir.
Para outros, talvez, seja algo tão distante que não é possível atingir e, por isso, desistem e continuam conformados com uma vida cristã mais acomodada, marcada pela rotina.
Outros acreditam que ser santo está intimamente ligado a um desenfreado esforço humano, caracterizado por jejuns exagerados, horas prolongadas de oração, e especialmente, por um afastamento quase total de tudo o que esteja ligado às “coisas do mundo”.

Ser santo não é nada extraordinário; é simplesmente viver profundamente o nosso ser batizado com suas implicações. Quais? Ser cristão é um dom e tarefa, por isso, ao mesmo tempo em que é uma graça recebida de Deus, este conta também a nossa colaboração: a nossa constante conversão e o nosso desejo renovado de responder ao projeto que Deus tem para nós e para nossos irmãos e irmãs.
 Ser santo é viver a liberdade dos filhos de Deus e, não como escravos/as de interesses mesquinhos, na luta pelo poder, na discriminação das outras pessoas, no individualismo, na falta de perdão, deixando - nos guiar pelas nossas paixões (rancor, ódio, egoísmo).
Antes, ser santo é entregar-se totalmente à vivência do amor mútuo, no total acolhimento do outro, na misericórdia, na solidariedade. Tais gestos e atitudes reproduzem em nós as atitudes de Deus, que é Amor, Justiça, Vida, Solidariedade. É exatamente nisso que consiste a santidade. Trata-se, pois, de algo possível. É um ideal que corresponde ao desejo mais profundo de todo ser humano, de refletir em sua vida a imagem do seu Criador e Senhor.

            Os santos foram pessoas como nós, com qualidades e defeitos também. Mas, com um grande desejo de perfeição que os impeliram a praticar virtudes heróicas e por isso foram canonizados, declarados santos pela Igreja. O amor que eles tinham por Deus fez com superassem seus defeitos.
            Muitos foram perseguidos e torturados. Muitos foram excluídos da sociedade. Muitos, martirizados. Todos, contudo, traziam em seu coração a certeza, a alegria e a paz só conhecidas por aqueles que amam a Deus.
            Ainda hoje encontramos santos no nosso meio. Santos que fazem parte de uma história recente quer já tenham nos deixado ou não. Podemos encontrar nessas pessoas o mesmo ardor que encontramos naqueles santos já reconhecidos. São santos de nossos dias...
           
A intercessão dos santos: "Pelo fato de os habitantes do Céu estarem unidos mais intimamente com Cristo, eles intercedem por nós ao Pai, apresentando os méritos que alcançaram na terra pelo único mediador de Deus e dos homens, Cristo Jesus. Por conseguinte, pela fraterna solicitude deles, nossa fraqueza recebe o mais valioso auxílio".                                                                                                     

Como os Santos e Anjos ficam sabendo de nossos pedidos?

Eles não são oniscientes; somente Deus sabe tudo. A resposta é: através de Deus. Uma vez que eles estão em comunhão com Deus, participam de sua natureza divina, podem através de Deus conhecer nossos pedidos. Mal comparando é com se Deus funcionasse como uma fantástica “central de informações” a todos eles. Por causa dos méritos dos santos Deus ouve as suas preces em nosso favor. Os Santos, mesmo sem serem oniscientes, recebem, através de Deus os nossos pedidos, e nos atendem.

Dia de todos os santos

No dia 1º de novembro a Igreja celebra a memória de todos os santos, para homenagear todos que estão no céu, diante da visão beatífica de Deus, “intercedendo por nós sem cessar”, como diz a Liturgia. Numa única solenidade a Igreja homenageia a multidão dos moradores do céu.
No Apocalipse, São João teve esta visão: “E vi uma grande multidão, que ninguém podia contar, de todas as gentes e tribos e povos e línguas. Estavam de pé diante do trono e diante do Cordeiro, trajados com vestes brancas e palmas nas mãos” (Ap 7,14)…” A Igreja já canonizou mais de vinte mil santos, mas há certamente muito mais que esse número.
Na Santa Missa desse dia a Igreja propõe a leitura do Evangelho das Bem-aventuranças (Mt 5), pois elas espelham a vida dos santos: os pobres de espírito, os mansos, os que sofrem, os que têm fome e sede de justiça, os misericordiosos, os puros de coração, os pacíficos, os perseguidos por causa da justiça e  todos os que recebem o ultraje da calúnia, da maledicência, da ofensa e da humilhação. Os que colocam toda a sua confiança em Deus e sabem que sozinhos nada podem.
Os santos são a força mais poderosa da Igreja, foram eles que levaram a evangelização até os confins da terra; sofreram os martírios, esvaziaram-se de si mesmos para em tudo fazer a vontade de Deus.
O Papa João Paulo disse certa vez que “a santidade é a força mais poderosa para levar os homens a Cristo”. A História da Igreja confirma essas palavras; mesmo sem usar um rádio, tv ou internet, os grandes santos abalaram o mundo com suas vidas; assim foi, por exemplo, Santo Antão no deserto do Egito; São Francisco na Itália, Santa Teresa de Ávila na Espanha, Santo Estevão na Hungria, Santa Isabel em Portugal, Santa Teresinha e Santa Joana D´Arc na França e Santo Frei Galvão no Brasil. João Paulo II disse que “a Igreja não precisa de reformadores, precisa de santos”.
Todos os batizados são chamados a serem santos, e a Igreja existe para nos levar à santidade. Ela nos oferece os meios adequados para isso: os sacramentos, a Palavra de Deus, a oração, o jejum, a esmola, etc. A Carta aos Hebreus diz que “sem a santidade ninguém pode ver o Senhor”. Por isso, muitas almas precisam passar pelo Purgatório para adquirir a santidade plena para entrar na comunhão com Deus.
A origem da festa de todos os santos vem desde o século IV, onde se celebrava em Antioquia festa por todos os mártires no primeiro domingo depois de Pentecostes. No ano de 835, esta celebração foi transferida pelo papa Gregório IV para 1º de novembro.
Prof. Felipe Aquino

As Bem-aventuranças

Evangelho do dia de todos os santos
           
Todo o Evangelho é um convite para viver das virtudes e dos dons do Espírito Santo. Essa vida de virtudes e de dons é o começo da vida eterna, do Paraíso, já presentes na alma em estado de graça.
Os que vivem no céu são os beatos, ou bem-aventurados (que significa felizes). Por isso, Jesus, no sermão da montanha, chama de bem-aventurados, ou seja, felizes, aqueles que viverem as bem-aventuranças que ele descreve.
Elas são setas, faróis e horizonte que apontam para um novo jeito de viver segundo Jesus Cristo.
           
Eis como nos ensina Jesus em Mateus 5, 3-12:
1. Bem-aventurados os que têm um coração de pobre, porque deles é o Reino dos céus!
2. Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados!
3. Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra!
4. Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados!
5. Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia!
6. Bem-aventurados os puros de coração, porque verão Deus!
7. Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus!
8. Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino dos céus!
E Jesus termina resumindo tudo numa só frase: Bem-aventurados sereis quando vos caluniarem, quando vos perseguirem e disserem falsamente todo o mal contra vós por causa de mim. Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus, pois assim perseguiram os profetas que vieram antes de vós.

Vamos analisar um pouco as bem-aventuranças:
VENCENDO O APEGO ÀS RIQUEZAS E ÀS HONRAS DO MUNDO: SÃO OS POBRES DE ESPÍRITO.
APRENDENDO A SE CONTROLAR, A DOMINAR A RAIVA, AS IMPACIÊNCIAS: SÃO OS MANSOS.
VENCENDO A TENDÊNCIA AO CONFORTO, À PREGUIÇA, APRENDENDO A SOFRER UM POUCO NO NOSSO CORPO POR AMOR A DEUS: SÃO OS QUE CHORAM.
PRATICANDO A JUSTIÇA, OU SEJA, DANDO A CADA UM O QUE LHE É DEVIDO: SÃO OS QUE TÊM FOME E SEDE DE JUSTIÇA.
PRATICANDO A BONDADE, DANDO AO PRÓXIMO, POR AMOR DE DEUS, O QUE PODE AGRADÁ-LO: SÃO OS MISERICORDIOSOS.
OS QUE VIVEM DA VIRTUDE E AMAM AGIR SEMPRE NO BEM: SÃO PUROS DE CORAÇÃO.
OS QUE ESPERAM RECEBER O PRÊMIO PELA AJUDA QUE DERAM AO PRÓXIMO: SÃO OS PACÍFICOS.
           
            Agora que compreendemos o que significa cada uma das bem-aventuranças, fica fácil entender porque Jesus prometeu aos que praticarem as bem-aventuranças os prêmios que estão descritos no Evangelho.

Em Mateus 5, 3-12 as Bem-aventuranças são oito e aparecem como abertura de Sermão da Montanha.
Em Lucas 6, 20-26 são resumidas em quatro e seguidas de uma série de lamentações.

            

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

A música é celeste, de natureza divina e de tal beleza que encanta a alma e a eleva acima da sua condição. Aristóteles

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

"A experiência é um troféu composto por todas as armas que nos feriram." 
Imperador Marco Aurélio

terça-feira, 28 de outubro de 2014

"A casa da saudade chama-se memória: 
é uma cabana pequenina a um canto do coração." 
Henrique Maximiliano Coelho Neto

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

A sabedoria da natureza é tal que não produz nada de supérfluo ou inútil. 
Nicolau Copérnico

domingo, 26 de outubro de 2014

Brasil

Somos corresponsáveis pelo presente e futuro do nosso País e de nossos irmãos e irmãs.

sábado, 25 de outubro de 2014

"Há pessoas desagradáveis apesar das suas qualidades e outras encantadoras apesar dos seus defeitos." 
François La Rochefoucault

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

VOCÊ SABE RESPEITAR LIMITES?


Objetivo do tema: Levar a pessoa a separar o que compete a ela e o que compete ao outro. Seja no espaço físico, como nas opiniões.
O que é limite: É saber separar o que é seu e o que é do outro. Respeitar não só o espaço físico, mas também a opinião, a vontade do outro. Saber onde termina a sua liberdade e começa a do outro.
LEIA ESSA HISTÓRIA.

Será que você não está comendo o biscoito do outro?

Certo dia uma moça estava à espera de seu vôo na sala de embarque. Enquanto esperava comprou um livro e um pacote de biscoito. Sentou-se numa poltrona para descansar e ler em paz. Ao lado dela sentou-se um homem.
Quando ela pegou o primeiro biscoito o homem também pegou um. Ela se sentiu indignada, mas não disse nada. Pensou consigo mesma: - Mas que cara de pau. Se eu estivesse mais disposta, lhe daria um soco no olho para que ele nunca mais esquecesse...
A cada biscoito que ela pegava, o homem também pegava um. Aquilo a deixava tão indignada que não conseguia reagir. Restava apenas um biscoito e ela pensou:
“O que será que o abusado vai fazer agora? Então, o homem dividiu o biscoito ao meio, deixando a outra metade para ela. Aquilo a deixou irada e com muita raiva. Ela pegou o seu livro e as suas coisas e dirigiu-se ao embarque”.
Quando se sentou confortavelmente em seu assento, para surpresa dela, o seu pacote de biscoito estava intacto dentro de sua bolsa.
Sentiu muita vergonha, pois quem estava errada era ela, e já não havia mais tempo para pedir desculpas. O homem dividiu os seus biscoitos sem se sentir indignado, ao passo que isto lhe deixara muito transtornada.
Você respeita o limite do outro ou invade seu espaço sem se dar conta disso?


Observe se o biscoito que você está comendo atualmente é do seu próprio pacote. Cuidado você pode estar comendo um biscoito que não seja do seu pacote. Muitas vezes na nossa família, no trabalho, na nossa comunidade invadimos o espaço do outro, achando que é nosso espaço e nem nos damos conta disso. Neste momento dê uma olhadinha no pacote de seu biscoito e certifique-se se ele é seu.

Reflexões:
• Você sabe impor limites?
• Você respeita o limite do outro?
• Você sabe separar o que compete a você e o que compete ao outro fazer?
Conclusão: É importante para vivermos bem conosco mesmo e com o outro respeitar limites. Devemos saber impor os nossos limites para que os outros não invadam o nosso espaço, mas também precisamos saber respeitar o limite do outro, o seu espaço físico, a sua opinião, o seu modo de vida. Muitas vezes queremos que o outro acredite naquilo que a gente acredita, viva do modo que a gente acha certo... Mas precisamos ficar atentos se não estamos nos “intrometendo” demais.

História conclusiva:

Não se incomode com a banana do outro.


Um trabalhador ao entrar num bar, ficou surpreso ao notar próximo ao balcão um rapaz com uma banana no ouvido.
Achando isso muito estranho aproximou-se dele e falou:
- Desculpe-me, mas você está com uma banana no ouvido.
Percebendo que o trabalhador dirigia-se a ele e não entendendo o que lhe falava, o rapaz perguntava:
- O quê?
- Você tem uma banana no ouvido – alertava-lhe o trabalhador
Mas o rapaz sem escutar continuava perguntando.
- O quêee...?
E o outro gritava mais alto.
- Você está com uma banana no ouvido.
Neste momento, ainda sem entender, o rapaz conclui o diálogo:
- Desculpe-me, mas para eu escutar, o senhor precisa falar mais alto, pois estou com uma banana no ouvido.


Quando as pessoas estão vivendo de maneira diferente da nossa, ficamos tão incomodados com tais comportamentos, que chegamos até a nos aproximarmos delas, na tentativa de alertá-las e ajudá-las, porém às vezes não passamos de meros intrusos.

Dicas práticas como proposta para a semana:
• Procure dentro da sua rotina, abrir um espaço para você fazer aquilo que gosta.
• Ouça mais a opinião do outro, sem querer impor a sua.
• Na sua vida familiar, no seu trabalho, procure fazer a sua parte, deixando que o outro faça a dele.
• Se você discorda de alguma coisa que o outro faça, apenas exponha seu ponto de vista e não tente impô-lo.

Faça sua parte e permita que o outro faça a dele.

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

terça-feira, 21 de outubro de 2014

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

CONHECER JESUS É TUDO

Aconteceu em Chicago. Trinta e seis crianças gritavam, presas na sala de aula no primeiro andar de uma escola em chamas. Muitas conseguiram sair, mas agora as escadas estavam completamente tomadas pelo fogo. Não havia outra saída. Trinta e seis rostinhos de crianças, desesperadas, estavam colados nos vidros das janelas. Os bombeiros demoravam e não havia policiais por perto. O resgate parecia impossível.
        Mark Spencer morava a dois quarteirões da escola. Quando viu o fogo, correu para local, levado não apenas por seu dever de cidadão mas impulsionado por algo mais forte que agitava seu coração. Ao chegar, gritou para os garotos quebrarem o vidro.
        Mark era um homem alto, musculoso e forte. Todos podiam ver o amor em seus olhos, a segurança em seus braços e a ternura em sua voz, quando gritou aos garotos: “Pulem para cá, eu os segurarei”.
        Um a um os garotinhos começaram a pular, os braços fortes de Mark os seguravam e a seguir os colocava no chão. Finalmente, todos estavam salvos, ou melhor, quase todos. O pequeno Mike olhava para baixo e dava um passo para trás, com medo. Mark gritou, suplicou, implorou, ordenou: “Pule, nada vai acontecer com você, eu o segurarei”.
        A professora de Mike gritou: “Pule Mike, pule. Nós conseguimos; você também conseguirá”. O garoto ficou ali, gelado de medo. Quando o fogo acabou, encontraram seu corpinho carbonizado. O corpo de Mike, filho de Mark Spencer, o homem que havia salvado todas as crianças.
        O que aconteceu? O que saiu errado? Nunca ninguém saberá, muito menos aquele pai. Tinha dado ao seu filho todo o amor do mundo. Tinha lhe dado carinho e dividido com ele parte do seu próprio coração. No momento em que o filho estava num pêndulo, entre a esperança e o desastre, entre o triunfo e a tragédia, entre a vida e a morte, aquele pai estava, com os braços abertos, pedindo, suplicando, implorando, chorando para que o filho pulasse, não ao frio e assassino concreto, mas para seus seguros, confortáveis braços de pai. alguma coisa não deu certo. O pequeno Mike morreu!
        E você? Correrá com alegria para os braços de seu pai amante ou ficará paralisado de medo porque sempre lhe mostraram a imagem distorcida de Deus, como sendo tirano e cruel, que tira a liberdade de seus filhos proibindo-lhes isto ou aquilo?
        Como ir a Jesus se não O conhecemos?
         E como conhecê-lo sem estudar Sua Palavra?
        Conheça-O através da Bíblia. Ela é uma carta de amor, escrita para você. A Bíblia não é um livro de figuras estranhas, personagens antigos e profecias complicadas. Ela contém a história de um amor que não se cansa de esperar. Nela Jesus dirige-se a você e diz: “Filho, eu o amo. Você é a pessoa mais importante que tenho neste mundo. Não importa quem é você nem como vive, não interessa seu passado nem seu presente. Eu o amo e desejo que você experimente a sublimidade do verdadeiro amor... Venha a mim. Não fique aí sofrendo, consumido pelas chamas do preconceito, das dúvidas e dos temores. Enquanto há tempo, venha a mim”.


domingo, 19 de outubro de 2014

Se você não contar a verdade sobre si mesmo, 
não pode contar a verdade sobre as outras pessoas. 
Virginia Woolf

sábado, 18 de outubro de 2014

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

"Um amigo vem e segura a sua mão e te abraça… 
Não perca essa oportunidade! 
Porque Deus veio na forma da mão, do abraço… 
Na forma do amigo!" 
Osho

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

As mulheres gostam que lhe digam palavras de amor. 
O ponto G está nos ouvidos. Inútil procurá-lo em outro lugar. 
Isabel Allende

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

"O inimigo mais terrível é aquele que já foi nosso amigo, pois conhece as nossas fraquezas." 
Henrique Ramos

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Pode ter Jesus desprezado a sua mãe?

O Evangelho de São Mateus narra que, em determinado dia, Jesus estava pregando e sua mãe e irmãos procuravam falar com Ele. Ao ser informado disso, Jesus respondeu: "Quem é minha mãe, e quem são meus irmãos?"; em seguida, apontou para todos os que ali estavam e disse: "Eis minha mãe e meus irmãos. Pois todo aquele que faz a vontade do meu Pai, que está nos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe." (12, 46-50) Igualmente, no Evangelho de São Marcos e de São Lucas, o mesmo evento é narrado, mas, o que Jesus quis ensinar com essas palavras aparentemente duras?
Não parece possível que Ele tenha realmente desprezado ou feito pouco caso de sua mãe. Basta recordar a passagem referente ao jovem rico, quando Ele diz que, para entrar no Reino do Céu, é preciso honrar pai e mãe:
"Alguém aproximou-se de Jesus e disse: ‘Mestre, que devo fazer de bom para ter a vida eterna?’ Ele respondeu: ‘Por que me perguntas sobre o que é bom? Um só é bom. Se queres entrar na vida, observa os mandamentos’. - ‘Quais’, perguntou ele. Jesus respondeu: Não cometerás homicídio, não cometerás adultério, não roubarás, não levantarás falso testemunho, honra pai e mãe, ama teu próximo como a ti mesmo." (Mateus 19, 16-19)
Mais plausível seria pensar que Jesus desejasse mostrar, nessa passagem, que a salvação não estaria mais ligada ao sangue do povo judeu e ensinando, assim, que o novo povo de Deus deve ser baseado na fé e na obediência à vontade divina.
No Antigo Testamento, para uma pessoa ser inserida no ‘povo de Deus’, bastava o nascimento; não era preciso fazer nada, poder-se-ia dizer que a salvação era genética. Evidentemente que, por causa disso, os judeus desprezavam aqueles que não faziam parte da ‘raça eleita’, os goyn, os gentios. O que Jesus faz, portanto, é quebrar o paradigma dos laços sanguíneos. Alguns versículos antes do episódio com sua mãe, Ele havia sinalizado esse novo modo de ser povo de Deus quando disse:
"Então, alguns escribas e fariseus disseram a Jesus: ‘Mestre, queremos ver um sinal da tua parte.’ Ele respondeu-lhe: ‘Uma geração perversa e adúltera busca um sinal, mas nenhum sinal lhe será dado, a não ser o sinal do profeta Jonas. De fato, assim como Jonas esteve três dias e três noites no ventre da baleia, assim também o Filho do Homem estará três dias e três noites no ventre da terra. No dia do Juízo, os habitantes de Nínive se levantarão juntamente com esta geração e a condenarão, pois eles mostraram arrependimento com a pregação de Jonas. No dia do Juízo, a rainha do Sul se levantará juntamente com esta geração e a condenará; pois ela veio dos confins da terra para ouvir a sabedoria de Salomão, e aqui está quem é mais do que Salomão" (Mateus 12, 38-42)
Ora, a ‘geração perversa e adúltera’ a que Jesus referiu-se são os judeus, a raça eleita. Jonas não queria pregar em Nínive, como é sabido, porque lá eram todos gentios; no entanto, ele prega e os ninivitas se convertem. Da mesma forma, a rainha de Sabá, uma mulher negra, etíope, não pertencia ao povo de Israel, mas ela ouve a mensagem de Salomão.
Logo, o que Jesus está fazendo é escandalizar os judeus ao seu redor, dizendo que o que passa a valer é a conversão, é fazer a vontade de Deus, obedecendo os mandamentos e não mais apenas os laços de sanguíneos. A "nova" família de Jesus é formada por aqueles que fazem a vontade de Deus que está no céu. O novo povo de Deus está baseado, portanto, na fé.
Nesse viés, Maria Santíssima passa a ser honrada não tanto por ter dado a carne ao Salvador, mas por tê-lo concebido na obediência: "Faça-se em mim segundo a Tua vontade" (Lucas 1, 38). É por isso que justamente esta passagem controversa dos Evangelhos é usada pela Igreja para as missas em honra à Ela. No missal de Pio V, utilizado até o ano de 1969, nas missas votivas de Nossa Senhora, o Evangelho proclamado era sempre esse. Portanto, Jesus não desprezou sua mãe com essas palavras. A mãe de Jesus é aquela que faz a vontade do Pai. A graça maior de Maria Santíssima foi ter acreditado e feito a vontade de Deus em sua vida.

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Tua Mãe e teus irmãos estão lá fora e querem falar contigo

EVANGELHO Mt 12, 46-50
Naquele tempo, enquanto Jesus estava a falar à multidão, chegaram sua Mãe e seus irmãos. Ficaram do lado de fora e queriam falar-Lhe. Alguém Lhe disse: «Tua Mãe e teus irmãos estão lá fora e querem falar contigo». Mas Jesus respondeu a quem O avisou: «Quem é minha mãe e quem são meus irmãos?». E apontando para os discípulos, disse: «Estes são a minha mãe e os meus irmãos: todo aquele que fizer a vontade de meu Pai que está nos Céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe».

Compreender a Palavra
Mateus conta-nos um episódio muito interessante nos detalhes. Jesus está a falar à multidão quando chega sua mãe. À sua chegada criaram-se dois grupos, uns estão do lado de fora e outros do lado de dentro. Perante a notícia Jesus aproveita para marcar terreno perguntando: “Quem é minha mãe e quem são meus irmãos?” Ou seja, Jesus quer saber quem está do lado de fora da sua vida e quem permanece com ele do lado de dentro. E conclui: “Todo aquele que fizer a vontade de meu Pai que está nos Céus…” esse está do lado de dentro e permanece com ele.
Meditar a Palavra
“Quem é…?” Esta pergunta chocou-me interiormente porque me fez sentir que o olhar e a voz de Jesus se dirigiam a mim a questionar: “És dos que estão fora ou dos que estão dentro?” Às vezes sinto-me como aquele que está à porta de casa a olhar para os que chegam e para os que passam para dizer a Jesus “olha passou aqui fulano” “olha está aqui sicrano”. Nesta função nem estou dentro nem fora. Doeu esta pergunta. Onde estás? Estás dentro ou fora? Escutas o ruído da praça ou escutas a minha voz? Fazes o que te apetece e agrada ao mundo ou 
Rezar a Palavra
Eu quero ser daqueles que fazem a vontade do Pai. Eu quero, Senhor, mas sabes como me distraio facilmente e desvio o olhar do teu olhar e deixo de escutar a tua voz. Tudo se torna demasiado vazio quando isso acontece e perco-me de mim, de ti, do Pai e acabo no meio da confusão da multidão que não sabe a quem pertence. Prende o meu olhar ao teu, Senhor. Levanta a tua voz sobre mim que estou surdo. Pega-me na mão e puxa-me para dentro, para ti, para que te pertença.fazes a vontade do meu Pai?
Compromisso
Hoje vou rezar o terço, se possível em família, mas com a certeza de querer ir a Jesus pela mão de Maria.
http://www.aliturgia.com/

domingo, 12 de outubro de 2014

Tudo por Jesus, nada sem Maria!

Jesus fez tudo através de Nossa Senhora. Ele veio ao mundo por ela; ela lhe deu a natureza humana que fez do Verbo encarnado o sumo Sacerdote. Ela foi o paraíso do novo Adão, como disse S. Luiz de Montfort; ela o embalou em seus braços; ensinou-o a andar, falar, rezar e o preparou para a grande missão de Salvador da humanidade.
Por Maria Ele foi levado ao Egito, para fugir da fúria diabólica de Herodes, e ali o protegeu.
Por Maria Jesus começou os seus milagres, nas bodas de Canã da Galileia; a seu pedido, “quando ainda não havia chegado a sua hora.”
Maria o acompanhou em sua missão redentora e chegou até o Calvário com Ele.
Ninguém cooperou mais do que Maria com o Senhor na obra da salvação da humanidade. Por isso ela mereceu a glória da Assunção ao céu de corpo e alma. No céu ela continua a sua missão de Mãe dos viventes.
Jesus quis nos dá-la aos pés da cruz, para ser a nossa Mãe espiritual. Na cruz, agonizando, com lábios de sangue, antes de “entregar o espírito ao Pai”, Ele nos fez filhos de Sua Mãe. Olhou para o discípulo (João) que tanto amava e disse: “Eis aí a tua Mãe.” E o apóstolo João a “levou para a sua casa.” (Jo 19,27)
Maria foi a última dádiva que Jesus nos deixou.
Rejeitá-la como Mãe seria, pois, terrível, seria o mesmo que dizer a Jesus: “Eu não quero receber a Tua Mãe para minha Mãe.” Sem dúvida esta recusa seria para Jesus pior do que aquela última estocada da ponta da lança no Seu divino coração; pior do que aquelas afrontas, daqueles tapas no rosto, pior do que os açoites e espinhos que Ele recebeu…
Seria uma insana ousadia recusar a Sua Mãe, para nossa Mãe. “Eis aí a tua Mãe.”
Por amor a Jesus, leve-a você também para a tua casa e Ela conquistará todas as graças que você precisa para viver como Deus quer.
Se Jesus deixou-nos a Sua Mãe para nossa Mãe, é porque isto é necessário para a salvação de cada um de nós. Este gesto não foi apenas um carinho a mais para conosco; foi uma grande necessidade.
Grandes santos e doutores da Igreja, como S. Bernardo, Santo Afonso de Ligório, e outros, afirmam que: “Maria é necessária para a nossa salvação.”
S. Luiz de Montfort nos pergunta: Se Deus, que é onipotente, e portanto não precisava dela para salvar o mundo, e no entanto, quis precisar dela, será que você é tão orgulhoso que acha que pode se salvar sem o seu auxílio?
Só Jesus é o Salvador (At 4,12). Sabemos que só Jesus é “o único Mediador entre Deus e os homens” (1Tm 2,5), e nenhuma mediação é válida sem a de Jesus; mas Deus quis que Maria fosse uma mediadora “subordinada”. Ela é a grande Auxiliadora dos Cristãos; Aquela que nos leva à fonte da salvação, Jesus.
Ela é a mediadora de todas as graças, através de Jesus, não em paralelo, não de maneira substitutiva. A mediação de Maria, ensina o Concílio Vaticano II, valoriza ainda mais a mediação de Jesus.
Se Jesus quer precisar de nós para salvar o mundo, quanto mais Ele não quer precisar de Maria!
Se foi por Ela que Jesus veio a nós, então, dizem os santos, é também por Ela que devemos ir a Jesus.
A Igreja já cansou de ensinar que, em nada, a mediação de Maria substitui a única e indispensável Mediação de Jesus; é apenas uma mediação subordinada, auxiliar, materna.
Depois que o demônio consegue fazer alguém escravo do pecado, em seguida trabalha arduamente para afastá-lo de Maria, pois sabe que Ela é o Refúgio dos pecadores; isto é, aquela que poderá convencê-lo a deixar o pecado e voltar à fonte da graça.
Infelizmente, muitos trazem no coração uma certa rejeição a Maria, como se ela fosse uma “rival” de Jesus. É tentação! É uma forte tentação! Jesus continua a nos dizer hoje: “Eis aí a tua Mãe!” Leve-a para casa!
Jesus foi gerado em Maria. E se Ela, dizem os doutores santos, gerou a Cabeça da Igreja, haverá de gerar também os Seus membros.
A Igreja é o Corpo de Cristo; Ele é a Cabeça, e nós os membros. Ela gerou a Cabeça, e deve gerar também os membros. E aí está a grande missão de Maria na vida de cada um de nós: ser nossa Mãe espiritual.
Todo aquele que ama Jesus, deve amar e honrar a Maria. Qual o Filho que gostaria de ver a sua Mãe desprezada?
Assim como a sua mãe terrena o gerou e educou segundo a natureza, Jesus quis que a Sua Mãe gere e eduque você segundo a graça. A missão da mãe é gerar e educar.
A maior glória que se pode dar a Deus Pai, dizem os santos, é que Jesus seja formado em nós. Deus “nos predestinou para sermos conformes a imagem de seu Filho.” (Rom 8,29)
E quem faz essa obra em nós é o Espírito Santo e Maria, afirma S. Luiz de Montfort.
Santo Agostinho chamou Maria de a “forma Dei”; isto é, a fôrma de Deus, o molde que Deus usa para fazer santos em série, como se faz imagens em série.

Sem Maria, diz S. Luiz de Montfort, é árduo, difícil, perigoso e demorado o caminho até a santidade; mas com Maria esse caminho se torna suave, seguro, rápido, e não desistiremos dele.
Enfim, Maria é o grande Auxílio que Jesus nos deixou para vencermos toda fraqueza e miséria que enfrentamos na luta contra nós mesmos, contra o mundo e contra o demônio.
Seremos tão insensatos e orgulhosos, a ponto de dizer: “Jesus, eu não preciso de Tua Mãe”? Não sejamos insensatos!
Você não pode dar essa alegria ao demônio.
Nas bodas de Caná, Ela fez com que Jesus “antecipasse a Sua hora” (Jo 2,1-11). E Jesus, “porque Ela pediu”, transformou 600 litros de água em vinho especial.
Entre muitas outras coisas, o milagre das bodas mostra que Jesus “nada” nega a Sua Mãe, tal é a gratidão que Ele tem a Ela, pelo seu “Sim” integral, que fez dela a Sua Mãe.
Essa é a razão pela qual Jesus não nega nada a Maria; porque quer honrá-la de todas as maneiras possíveis, e ser-lhe grato, ensinam grandes santos.
Por isso, tornou-se célebre na Igreja a sentença: “Pede à Mãe, que o Filho atende.”
Se não somos dignos de conquistar de Deus a graça que necessitamos, no entanto, lembremo-nos de que existe Alguém que “achou graça diante de Deus” e que foi saudada pelo próprio Deus com a expressão: “cheia de graça.” (Lc 1,28)
Maria é a “Medianeira de todas as graças”, ensinam os santos doutores (S. Agostinho, S. Bernardo, S. Boaventua, S. Afonso, etc). Nenhuma graça chega até nós sem passar por Maria.Por quê? Será que Deus é limitado? Não!
Não é uma limitação imposta ao Senhor, mas sim o Seu próprio desejo, dizem os santos, porque Deus quer honrá-la sobremaneira.
A razão é lógica. Qual foi a maior “Graça” que a terra recebeu do céu? Jesus, o Salvador dos homens. E por que “meio”, através de que “canal”, Deus Pai no-lo deu? Por Maria.
Então, os Santos concluem facilmente: Se a “maior” Graça (Jesus) veio “por Maria”, será que as outras, que são menores, viriam sem ser por meio dela? Não, é a resposta dos santos.
S. Bernardo a chama de “Aqueduto de Deus.” S. Luiz de Montfort resume tudo dizendo que “Deus reuniu todas as águas e deu o nome de mar, reuniu todas as graças e deu o Nome de Maria.”
Maria é o oceano das graças de Deus.
Aquele que ama a Jesus não pode deixar de amar Maria e de se consagrar a ela todos os dias, porque ela é a Consoladora dos aflitos, o Auxílio dos cristãos, a Medianeira de todas as graças, a Advogada nossa.
Os primeiros cristãos, já no século II rezavam aquela oração de consagração a Nossa Senhora dizendo:
Debaixo de Vossa proteção nos refugiamos ó Santa Mãe de Deus, não desprezeis as nossas súplicas em nossas necessidades, mas livrai-nos sempre de todos os perigos, Virgem gloriosa e bendita. Amém.
Faça tudo por Jesus, mas nada sem Maria; é o sucesso de todo aquele que segue a Jesus. São Bernardo dizia que nenhum dos filhos de Maria se perderá; e que nenhum servo dela recua diante das perseguições do mundo e do demônio.
Por Ti Jesus, amarei a Tua Mãe e minha Mãe de todo o meu coração.
Prof. Felipe Aquino

sábado, 11 de outubro de 2014

MEIO GRÃO DE MILHO

Certa vez existiu uma mulher que costumava colocar um grão de milho dentro de uma porunga que havia pendurado na porta de saída de sua casinha sempre que saía para ir à missa.
        Um dia ela teve que sair correndo para ajudar a vizinha que estava passando mal, bem na hora de ir para a igreja. Como ela saiu bem arrumada, nem se importou em ter que leva-la ao hospital. Lá, fez tudo que precisava para socorrer a vizinha.
        Quando teve a certeza de que a vizinha já estava melhor, longe de qualquer problema, ela voltou para casa. Em casa, a mulher lembrou-se da missa. Saiu correndo, pois já havia perdido metade da celebração.
        Voltando à sua casa, tristonha, colocou apenas meio grão de milho na porunga, dizendo:
        - Hoje eu não assisti a missa toda, por isso só posso colocar meio grão de milho. O outro pedaço talvez me fará falta para eu entrar no céu.
        Assim era a vida desta piedosa mulher. Até que um dia São Pedro a chamou para prestar contas. Foi muito bem recebida na porta do céu. Entusiasmada, ela apresentou a São Pedro a porunga, em seguida a quebrou para contar e mostrar de quantas missas havia participado. Para sua surpresa, havia somente meio grão de milho. Na sua simplicidade, voltou-se para São Pedro e disse:
        - Devem ter sido os ratos, lá em casa há muitos!
        - Não, filha, não foi os ratos. Este meio grão foi aquele do dia em que você prestou socorro à sua vizinha.
        - Mas, São Pedro, como agora vou poder entrar no céu?
        - Seja bem vinda! A caridade é o maior tesouro, e a traça não o corrói.


A fé sem obras é morta!

sexta-feira, 10 de outubro de 2014


Quantos barcos deixados na praia
Entre eles o meu deve estar
Era o barco dos sonhos que eu tinha
Mas eu nunca deixei de sonhar

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

A música é celeste, de natureza divina e de tal beleza que encanta a alma e a eleva acima da sua condição.
Aristóteles

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

O que vale é a intensidade com que se vive! 
MAMÃE QUERIDA
MAIS UM ANO JUNTAS
OBRIGADA MEU DEUS

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Dinâmica: Nome perdido.

Objetivo: Ver a importância de sermos conhecido pelo nome.
“Jesus chama cada um pelo nome”.  
-Material: Um crachá para cada pessoa do grupo e um saco ou caixa de papelão para colocar todos os crachás.  -Descrição: O coordenador devera recolher todos os crachás colocar no saco ou na caixa; misturar bem todos estes crachás, depois dê um crachá para cada pessoa. Esta deverá encontrar o verdadeiro dono do crachá, em 1 minuto.  -Ao final desse tempo, quem estiver ainda sem crachá ou com o crachá errado, azar! Porque terá que pagar uma prenda.
Jesus está esperando a todos nós lá no céu. Vamos fazer de tudo para chegar lá.

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Matamos a nossa vida quando começamos a falar mal das pessoas, pois destruímos a elas e a nós mesmos ao fazer isso. Falemos apenas sobre o lado bom das pessoas. Sobretudo falemos de Deus. Não falemos mal de ninguém. Publiquemos as coisas boas que nos acontecem. É preciso anunciar ao mundo que Deus não se cansa de fazer prodígios e milagres em nossas vidas!

domingo, 5 de outubro de 2014

Em nosso peito bate um coração! Que alegria, pois fomos presenteados novamente com a oportunidade de um novo dia, porque Deus nos ama e nos permite mais um dia para vivermos na Sua presença. Louvemos ao Criador pelas maravilhas que faz em nossas vidas. E anunciemos aos povos Suas maravilhas. 

sábado, 4 de outubro de 2014

Para Deus somos importantes e, por nos amar, Ele cuida de nós! Ele cuida dos mínimos detalhes de tudo o que Ele nos concede. Um pai e uma mãe se entristecem ao ver seu filho triste, imaginemos como fica o coração de Deus ao nos ver tristes. O Pai não quer a nossa tristeza, mas sim a nossa alegria.