terça-feira, 11 de março de 2014

Nossa Senhora das Dores

O culto à Mater Dolorosa iniciou-se em 1221, no Mosteiro de Schönau, na Germânia. Em 1239, a sua veneração no dia 15 de Setembro teve início em Florença, na Itália, pela Ordem dos Servos de Maria (Ordem Servita). 
Deve o seu nome às Sete Dores da Virgem Maria:

segunda-feira, 10 de março de 2014

A caridade é o princípio e o fim de todas as coisas!

Precisamos abrir o coração para vivermos uma caridade verdadeiramente evangélica, profunda, séria e comprometida com os mais necessitados. 
”Pois eu estava com fome e não me destes de comer; eu estava com sede e não me destes de beber; eu era estrangeiro e não me recebestes em casa; eu estava nu e não me vestistes; eu estava doente e na prisão e não fostes me visitar” (Mt 25, 42).
O Evangelho de hoje aponta para nós o julgamento final da humanidade, o dia em que todos nós compareceremos diante do tribunal de Deus. Seremos julgados por nossas obras, por aquilo que fizemos ou deixamos de fazer em nossa vida aqui na Terra. E alguém pode perguntar: qual é a base, qual é o critério e o julgamento final?
O julgamento de todos nós, no fim das contas, será baseado em um critério fundamental, que se chama ”caridade”. A caridade é o princípio e o fim de todas as coisas! Sabem, meus irmãos, nós não seremos julgados pela quantidade de terços e de novenas que rezamos nem pela quantidade de Santas Missas de que nós participamos. Afinal de contas, esses são meios de nos santificarmos, de crescermos na fé e de permanecermos firmes no Senhor. E quanto nós precisamos disso, pois esses meios devem abrir o nosso coração para vivermos uma caridade verdadeiramente evangélica, profunda, séria e comprometida com os mais necessitados.
Se nós temos uma fé que move montanhas e nós não fazemos nada pelos que mais sofrem, ela de nada adiantará. Essa fé, por mais poderosa que seja, não irá nos salvar! A fé que nos salva é profundamente caridosa e nos move a cuidarmos uns dos outros. E nesse ponto, nós não podemos fugir da nossa responsabilidade. O Evangelho, para nós, é muito preciso: a responsabilidade dos cristãos deste mundo é cuidar de quem passa fome, de quem não tem o que comer, de quem está nas prisões, de quem está nos hospitais, de quem está desamparado, de quem vive como um excluído da sociedade. Eles serão os nossos juízes no final das contas.
É o pobre que bate no vidro do nosso carro, o pobre que nos para nas ruas e avenidas da vida, aqueles a quem nós, muitas vezes, desprezamos e viramos o rosto serão eles os nossos juízes no dia no julgamento final. E tudo o que fizermos a eles, aos menores e aos sofredores, podemos ter certeza de que será ao Senhor que estaremos fazendo.
Muitas vezes, cuidamos tão bem das coisas de Deus, da Bíblia, sacrário; temos um grande zelo para com as coisas de Deus, o que é maravilhoso. No entanto, quem é zeloso com as coisas de Deus precisa ser também zeloso para com a presença de Deus no pobre e no excluído. O que fizermos ao menor dos nossos irmãos será o critério para a nossa salvação final!
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domingo, 9 de março de 2014

Somos conduzidos pelo Espírito Santo a resistir às tentações

É preciso ter um espírito humilde, orante, firme na Palavra de Deus para sermos firmes e resistentes à tentação! Nós somos hoje convidados por Jesus e conduzidos pelo Espírito Santo a resistir às tentações deste mundo!
”Não só de pão vive o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus” (Mt 4,7).
Conduzido pelo Espírito Santo, Jesus foi ao deserto viver uma profunda união com o Pai, fortalecer o Seu espírito com o Pai para o início da Sua missão pública. Mas ao fim daqueles dias de jejum, Jesus foi tentado e provado pelo demônio. As tentações de Jesus, ou as provações de Nosso Salvador, refletem as tentações de cada um de nós que caminhamos neste deserto da nossa vida.
No fundo, dentro de nós, há algo nos impelindo a questionar, a duvidar e a colocar Deus à prova. A sabedoria divina que nós, hoje, recebemos de Jesus, primeiro é para nos ajudar a nos prevenirmos das tentações. Sim, a termos cautela com tudo aquilo que nós questionamos ou buscamos na vida; porque não há problema em ser tentado ou provado, o problema é sucumbir à tentação, é deixar que a tentação domine a nossa vida, que ela comande os nossos instintos, a nossa vontade e tudo aquilo que nós fazemos.
O demônio pediu que Jesus transformasse as pedras em pães, mas o Senhor afirma que “não só de pão vive o homem”, pois é preciso resistir à tentação de ceder aos prazeres: o prazer do comer, do beber, o prazer da sensualidade; a própria necessidade do instinto da sobrevivência humana. É preciso ter prudência na relação com as coisas que nós temos, porque senão seremos dominados por elas. Pois se por um lado há, na verdade, um contingente enorme, milhões de pessoas por este mundo que ainda passam fome porque não têm o que comer; por outro lado também há um outro contingente de pessoas que são dominadas pelo excesso de comida, o excesso de bebida, o excesso dos prazeres.
Nós somos hoje convidados por Jesus e conduzidos pelo Espírito Santo a resistir às tentações deste mundo. A resposta que podemos dar à tentação da gula, da bebedeira, entre outras, se chama sobriedade. Sobriedade naquilo que fazemos, naquilo que adquirimos; sobriedade para não sucumbirmos a essa tentação.
Conduzidos por Jesus, durante esses quarenta dias de Quaresma, nós sentiremos muitas tentações. É preciso ter um espírito humilde, orante e firme na Palavra de Deus para sermos firmes e resistentes à tentação!
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sábado, 8 de março de 2014

sexta-feira, 7 de março de 2014

QUERES JEJUAR NESTA QUARESMA?

Jejua (abstém-se) de julgar os outros e descobre Jesus Cristo que vive neles.
Jejua de palavras críticas, mordazes e enche-te de frases que purificam ...
Jejua de descontentamento E enche-te de gratidão
Jejua de irritação, ódio, cólera E enche-te de mansidão e paciência
Jejua de pessimismo E enche-te de esperança e otimismo
Jejua de preocupações E enche-te de confiança em Deus
Jejua de lamentações e lamúrias E enche-te das coisas simples da vida
Jejua de pressões e enche-te de orações
Jejua de tristeza e amargura E enche-te de alegria no coração
Jejua de egoísmos e enche-te de compaixão pelos outros
Jejua de rancores e enche-te de atitudes de reconciliação...
Jejua de palavras e enche-te de silêncio para escutar os outros...
Jejua de pensamentos de fraqueza E enche-te das promessas que inspiram
Jejua de tudo o que te separa de Jesus e enche-te de tudo o que te aproxima a ELE...
Se todos praticarmos este jejum, o nosso dia-a-dia irá se inundando de paz, de amor, de confiança...
Que os corações se abram com o jejum na Quaresma para receber Jesus Ressuscitado!!!

Professora Nilma
Quando nada mais lhe parecer valer a pena, aproveita as penas para criar novas asas e voe. 
Ana Jácomo

quinta-feira, 6 de março de 2014

quarta-feira, 5 de março de 2014

Convertei-vos e crede no Evangelho

Depois do carnaval, a Igreja entra em um período de silêncio e é assim que devemos estar. Em um mundo tão barulhento Deus chama o homem a silenciar. Só assim o homem tomará consciência do que ele é, e de quem Deus é. 

Não podemos viver neste mundo sem caminhar para um lugar. Se não temos uma meta, passamos viver ao léu, mas São Paulo diz em sua carta que este é o tempo favorável, é preciso escutar a Deus. É tempo de escutar a convocação que Deus nos faz.

Neste 40 dias vamos buscar voltar para Deus. Fomos criados para estarmos juntos com o Senhor, mas o mundo tem nos afastado do Senhor. E agora Deus clama: 'Volta para mim! Volta ao meu coração!'

Precisamos fazer como Davi, reconhecer o nosso erro. Esses 40 dias é tempo de reconhecermos que falhamos, erramos, mas precisamos ser melhor, precisamos clamar a misericórdia do alto. Quaresma é tempo de revisão. É tempo de perguntar: Diante do Senhor como estou? Como estou diante dos irmãos? E diante de mim mesma? 

Deus mandou Seu Filho para morrer por nós. É tempo dos namorados reverem como está o relacionamento, e dos pais verem como está o tratamento com seus filhos e vice-versa.

Vivemos em uma sociedade egoísta, mas não dá para o cristão ser egoísta, pois Deus deu tudo por nós. O Evangelho diz que é preciso dar esmola. Então doe. Doe roupas e coisas simples. Oferecer o lugar no ônibus, no metrô para uma pessoa mais velha, isso é caridade. faça este propósito. Saia de si para os outros.

As vezes fazemos a penitência de não comer, mas também é penitência doar-se ao outro. Dar tempo ao outro.

E no Evangelho também diz: orai. Eu deixo a dica, no momento em que você estaria na internet, entre no seu quarto e reze, converse com Deus, doe um pouco do tempo que você estaria no computador e reze. Reze com a Palavra de Deus, leia a passagem da Bíblia.

Jesus também fala no Evangelho sobre jejum. Jejum não é dieta. A dieta quem prescreve é o médico, mas o jejum é prescrito por Deus, o jejum fortalece o espírito, fortalece a carne para estar com Deus, cria-se na alma o desejo para estar com Deus.

A quaresma não é tempo de comemorações, festas, é um tempo de reflexão para estar mais com Deus. Não é tempo de comilância, mas é tempo de recolhimento. Nós mudamos o tempo da quaresma, e queremos fazer da quaresma como queremos.

Hoje quarta-feira de cinzas para lembramos que somos pó e para pó voltaremos, e ao colocar a cinza, lembre-se e preste atenção o que lhe falará o ministro.

Uma boa e santa quaresma para você!

terça-feira, 4 de março de 2014

Carnaval, um teste para a liberdade e a fidelidade do cristão

A alegria é uma necessidade básica do ser humano. Impossível viver para a tristeza. Os folguedos e festejos populares exibem, na convivência social, o caráter lúdico e folgazão próprios do ser humano. Povos, raças e culturas das mais remotas origens encontraram pretextos para divertir-se e festar. Se o Brasil é o país do carnaval, esse não é privilégio brasileiro. 

Discute-se a origem. Em Roma havia festejos parecidos, em honra das divindades pagãs. Eram orgias com libertinagem desenfreada. Lá por volta de 590 d.C. a Igreja tentou pôr um freio moral. Daí teria surgido a palavra "carnaval", do latim "carne vale", ou seja: "adeus carne!". Era o início da Quaresma, e a carne era tirada do cardápio por 40 dias.

No Brasil, "país tropical, onde fevereiro tem carnaval", a mídia e outras empresas roubaram a festa do povão. Mudaram-na para espetácu-lo turístico, onde se explora o erotismo, o apelo sexual e a licenciosidade desvairada. 

Não há crise economica ou social que impeça o reinado de Momo. Enquanto ele durar, tudo é lícito. E hora de fantasiar, pular, desfilar, desinibir-se e tudo o mais que alguém quiser imaginar como felicidade fugaz. Entra-se de corpo e alma no torvelinho das ilusões e dos instintos. Mas a porta de saída está logo ali, na quarta-feira de cinzas. 

Aí todos voltam à vida real. Muitos voltam amargando penosas desilusões e arrependimentos. Rasgou-se a fantasia. A máscara foi jogada fora. Diga-se o que se disser do afã carnavalesco: arte popular, cultura e talento brasileiro, libertação das repressões: é hora de contabilizar prejuízos, perdas e frustrações.

O que pensar então? Excessos e abusos no carnaval, antes de serem transgressões morais, são atentados ao valor humano em si e nos outros. O comportamento moral cristão não obedece em primeiro lugar leis, costumes, padrões sociais de conduta. Segue antes a consciência, marcada pela liberdade e fidelidade que brotam da fé em Cristo.

Fé e consciência limpa são inseparáveis, também no carnaval! Tudo o que não procede da fé é pecado, ensina São Paulo (Rm 14,23). A fé é a luz que ilumina a consciência e a confirma nas convicções morais. É infantil perguntar: "é pecado pular carnaval?". 

Quem se guia pela consciência do que é bom, digno e justo, possui um "faro moral". Sabe se posicionar, escolher e decidir: onde, como e com quem pular (ou não!) carnaval. Sem pular também a linha da moralidade sadia. Ou seja, no sufoco da folia salvará o bom senso natural. Ao invés de perder o senso moral irá defendê-lo das ilusões permissivas.

Não passa, pois, de preconceito — às vezes de má fé —, achar que a religião é contrária à alegria e leva à tristeza. O Evangelho é notícia alegre e feliz! Dele nos vêm as festas religiosas, as celebrações e solenidades festivas, as comemorações de datas e fatos históricos. 

A alegria cristã é autêntica, simples e espontânea. Mobiliza os serviços de caridade e fortalece o ser humano em suas angústias e sofrimentos. Inspira todas as artes e os costumes sadios e nobres.

Nada disso se encontra nas diversões barulhentas, superficiais, cheias de dissipações e desregramentos morais. A alegria carnavalesca é em geral uma cortina de fumaça que esconde o vazio do espírito, o desencanto consigo mesmo, as frustrações da vida! 

Apesar da folia contagiante nas ruas, quadras e salões, o fim do carnaval é triste. Não porque é o fim. Porque é alto o índice de acidentes com perdas materiais, feridos e mortos.

É bom refletir em tempo!

Autor: Pe. Antônio Clayton Sant´anna, C.SS.R. 

domingo, 2 de março de 2014

Os verdadeiros analfabetos são os que aprenderam a ler e não leem. ( Mário Quintana )

sábado, 1 de março de 2014

Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.
Fernando Teixeira de Andrade

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Amigo

Gosto de gente de verdade. Se você é assim, por favor, senta aqui e vamos conversar.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Létio e Ivone

A beleza de uma pessoa está na pureza do seu coração; na verdade e na sinceridade expressada em seu olhar; na felicidade transmitida em seu sorriso; em sua lealdade, em sua simplicidade, na sua fé inabalável; na sua capacidade de amar e construir sua própria felicidade... Em não deixar de acreditar no amor e nas coisas lindas que a vida lhe oferece... E na sua imensa e linda vontade de viver e aproveitar cada segundo ao máximo! AMO VOCÊS!!!

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

As velas do nosso Batismo

Certa vez, uma senhora bem idosa teve um sonho. Ela sonhou que havia morrido e estava na porta do Céu, esperando para entrar. Havia várias almas lá, todas em fila. De repente, S. Pedro chegou e abriu a porta.
Olhando para dentro do Céu, a senhora viu uma quantidade enorme de velas. Umas acesas, outras apagadas, algumas já estavam quase no fim, e outras no começo. Umas estavam se apagando e outras tinham a chama grande e bonita.
A senhora perguntou a S. Pedro que velas eram aquelas. Ele respondeu: “São as velas que cada um recebeu no dia do seu batismo. Uns cuidam bem, outros não cuidam e até a deixam apagar. A situação é esta que a senhora está vendo”.
A mulher então perguntou: “S. Pedro, e a minha está aí?” “Sim”, disse S. Pedro. “É aquela ali”. Era uma vela que estava já no toquinho, mas ainda acesa. E S. Pedro continuou: “Depois que a pessoa entra aqui, este fogo da sua vela se junta com a luz de Deus que ilumina todo Céu”.
Resta saber como está a nossa vela! “Vós sois a luz do mundo”. Todos somos profetas, e o profeta deve ser como João Batista. A luz de Deus deve brilhar forte através de nós, anunciando a justiça e denunciando as injustiças e os pecados, sem medo das consequências.
Quando nos virmos cercados dos perigos desta vida,

É-nos remédio infalível a Senhora Aparecida.

domingo, 23 de fevereiro de 2014

"Cansada de tudo que começa. 
Hoje eu queria alguma coisa que continuasse."

sábado, 22 de fevereiro de 2014


"A especialidade do inimigo de Deus é prejudicar a visão que temos de nós mesmos. É no jardim humano que sementes sagradas viram flores."
Padre Fábio de Melo

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Se os pais não criarem seus filhos para um dia louvarem a Deus no céu, estão perdendo tempo. Para onde irão e o que farão tais pais e tais filhos na eternidade?

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

"Pode ser que ninguém esteja vendo, mas o seu gesto faz a diferença e repercute no mundo."
Padre Fábio de Melo

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Reflexão

A cada dia, permita morrer dentro de você tudo que não lhe deixe viver plenamente. No silêncio da noite que irrompe dentro de si, entre no seu interior. Silencie tudo que faz barulho e escute a voz do Sagrado, da sua consciência e da retidão. 
Rompa com as amarras, com as amarguras e com os desejos insanos e os pensamentos insensatos. Respire mais fundo e renuncie a opressão da alma, da mente e do cativeiro dos sentimentos. Corte os laços com vingança, com o ressentimento, com o rancor e com toda espécie de raiva e de ódio.
Liberte se das paixões enganadoras e dos afetos desordenados. Aspire superar os fracassos e busque luz para as situações mal resolvidas dentro de você. Não insista em alimentar pensamentos de vingança a quem te feriu e nem prepare respostas ou palavras agressivas para serem ditas a ninguém. O melhor remédio para o coração é esvaziá-lo de sentimentos indignos e repugnantes e enchê-lo de ternura, paz e harmonia interior. 

( Roger Araujo)

sábado, 15 de fevereiro de 2014


Poema


....De quando em vez colher estrelas com as mãos
Ostentando os sonhos germinados
E pela janela aberta sentir a brisa suave
Sacudindo levemente cortinas bordadas de saudades
juntar cuidosamente pétalas de rosas ainda carregadas
De flagrâncias ocultadas pelo tempo embalsamadas
É ressaltar a beleza impar do quadro trabalhado....

por Maria King

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Como enfrentar as dificuldades

As dificuldades são sempre oportunidades de crescimento quando são encaradas com tranquilidade, coragem, lucidez e determinação. Ninguém escapa delas, então, é importante enfrentá-las com perseverança.
É bom lembrar que quanto maior for a dificuldade, tanto maior será o mérito em superá-la, e isso nos faz mais fortes para enfrentar outras, quem sabe, ainda piores.
A história mostra que os grandes conquistadores, só assim se fizeram, por causa das vitórias conquistadas nas grandes dificuldades. E os grandes navegadores como Cristóvão Colombo, devem sua reputação aos temporais e tempestades que enfrentaram e venceram.
Há um provérbio que diz que a bigorna dura mais que o martelo. A bigorna é aquela base de ferro maciço que o ferreiro usa para moldar o ferro.
Para enfrentar as dificuldades é bom saber que se aprende muito com os professores, com os bons livros, e mais ainda com as derrotas e infortúnios.
Diante das dificuldades, sobretudo, é preciso vencer o medo; pois ele “cristaliza” nossas energias, nos paralisa e nos impede de lutar e vencer. O medo da derrota é pior que a própria derrota.
Diz um provérbio francês que “não podes fazer uma omelete sem quebrar os ovos”; isto é, não é possível conquistar alguma coisa sem arriscar outras. Os fazendeiros dizem que “só cai do cavalo aquele que tem coragem de montar”.
E além de tudo isso, não podemos nos esquecer de Deus, e lutar somente com nossas fracas forças humanas. Afinal, Jesus disse “Sem Mim nada podeis fazer”.
Prof. Felipe Aquino

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

FOBIAS: como lidar com elas?

Fobia
Certa vez um paciente culto me disse que era capaz de enfrentar um cachorro bravio, mas morria de medo das borboletas. Quais são os riscos reais que uma borboleta produz? Nenhum, a não ser encantar os olhos com sua beleza.  O conflito desse paciente não são os perigos reais exteriores, mas os perigos imaginários. Seu drama não é gerado pela borboleta física, mas pela borboleta psicológica registrada de maneira distorcida nos solos da sua memória. Sua mãe lhe disse na infância que, se tocasse numa borboleta com as mãos e as colocasse nos olhos, ficaria cego. Quando o menino tocou numa borboleta, sua mãe gritou. O grito de alerta cruzou com a imagem da borboleta. Ambos os estímulos foram registrados no mesmo lócus do inconsciente, na mesma janela da memória. A belíssima e inofensiva borboleta tornou-se um monstro. Durante toda a infância, quando esse paciente enxergava uma imagem de uma borboleta bailando graciosamente no ar, ele detonava um gatilho psíquico que abria em milésimos de segundos a janela da memória em que a imagem doentia estava registrada. A borboleta imaginária era libertada do seu inconsciente, assaltava-lhe a emoção e roubava-lhe a tranquilidade, o grande problema é que todas as vezes em que ele tiver uma experiência angustiante diante de borboletas, ela será registrada novamente, contaminando inúmeras outras janelas da memória.
Quanto mais áreas doentias estiverem comprometidas em seu inconsciente, mais ele irá reagir sem racionalidade. Se esse paciente não reescrever a sua história, poderá tornar-se uma pessoa fóbica, frágil, sem capacidade de lutar pelos seus sonhos e com tendência a inúmeros outros tipos de medos. O mecanismo que acabamos de descrever é um dos segredos da psicologia. Demoramos mais de um século para compreendê-lo. Por meio da teoria da Inteligência Multifocal estamos desvendando alguns fenômenos contidos nos bastidores da nossa mente que afetam todo o processo de construção de pensamentos e geram os traumas psíquicos. Não é a realidade concreta de um objeto que importa para nossa personalidade, mas a realidade interpretada, registrada.
Para alguns, um elevador é um lugar de passeio; para outros, um cubículo sem ar. Para uns, falar em público é uma aventura; para outros, um martírio que obstrui a inteligência. Para uns, as derrotas são lições de vida; para outros, um sufocante sentimento de culpa. Para uns, o desconhecido é um jardim; para outros, uma fonte de pavor. Para uns, uma perda é uma dor insuportável; para outros, um golpe que lapida o diamante da emoção. Quantos monstros imaginários foram arquivados nos subsolos da sua mente furtando seu prazer de viver e dilacerando seus sonhos? Todos temos monstros escondidos por detrás da nossa gentileza e serenidade. A maneira como enfrentamos as rejeições, decepções, erros, perdas, sentimentos de culpa, conflitos nos relacionamentos, críticas e crises profissionais, pode gerar maturidade ou angústia, segurança ou traumas, líderes ou vítimas. Alguns momentos geraram conflitos que mudaram nossas vidas, ainda que não percebamos.
Augusto Cury.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Sê...

Se não puderes ser um pinheiro, no topo de uma colina
Sê um arbusto no vale, mas sê
O melhor arbusto à margem do regato.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Não recue diante do medo

 images (1)O medo da desgraça é pior do que a desgraça. O medo de sofrer é pior do que o sofrimento. É natural ter medo; é algo humano, mas devemos enfrentá-lo para que ele não paralise a nossa vida. Há muitas formas de medo: temos medo do futuro incerto, da doença, da morte, do desemprego, do mundo… O medo nos paralisa e nos implode interiormente, perturba a alma, por isso é importante enfrentá-lo. Talvez seja ele uma das piores realidades de nossos dias.
Coragem não é a ausência do medo, mas sim a capacidade de alcançar metas, apesar do medo; caminhar para frente; enfrentar as adversidades, vencendo os medos. É isso que devemos fazer. Não podemos nos derrotar, nos entregar por causa desse sentimento [medo].
A maioria das coisas que tememos acontecer conosco, acabam nos acontecendo. E esse medo antecipado nos faz sofrer muito, nos preocupar em demasia e perder horas de sono. E, muitas vezes, acaba acontecendo o que menos esperamos. Muitas vezes antecipadamente, sem nenhuma necessidade. Como me disse um amigo: “não podemos sangrar antes do tiro!”.
É preciso policiar a nossa mente; ela solta a si mesma e pode fabricar fantasmas assustadores, especialmente nas madrugadas. Os medos em geral são sombras imaginárias sem bases na realidade.
Há pessoas que se sentem ameaçadas por tudo e por todos: “Fulano não gosta de mim, veja como me olha!” Ou: “Sicrano me persegue; todos conjuram contra mim; meu trabalho não vai dar certo…” E assim vão dramatizando os fatos e fabricam tragédias.
É preciso acordar, deixar de se torturar com essas fantasias e pesadelos imaginários; o que assusta é irreal. Quando amanhece as trevas somem… para onde foram? Não foram para lugar algum, simplesmente desapareceram, não existiram; não eram reais. Quanto menor o medo, menor o perigo. As aflições imaginárias doem tanto quanto as outras.
Quando Jesus chamou Pedro para vir ao encontro d’Ele, andando sobre as águas do mar da Galileia, ele foi, mas permitiu que o medo tomasse conta do seu coração; então, começou a afundar. Após salvá-lo, Jesus lhe pergunta: “Homem de pouca fé, por que duvidaste?” (Mt 15,31).
Pedro sentiu medo porque olhou para o vento e para a fúria do mar em vez de manter os olhos fixos em Jesus. Esse também é o nosso grande erro, em vez de mantermos os olhos fixos em Deus, permitimos que as circunstâncias que nos envolvem nos amedrontam.
Não podemos, em hipótese alguma, abrigar o medo e o pânico na alma; não lhes permitir que “durmam” conosco. Não! Arranque-os pela fé, pela oração e por um ato de vontade, decididamente.
É claro que toda a fé em Deus não nos dispensa de fazer a nossa parte. Não basta rezar e confiar, cruzando em seguida os braços; o Senhor não fará a nossa parte. Ele está pronto a mover todo o céu para fazer aquilo que não podemos fazer, mas não faz nada que podemos fazer. Vivemos dizendo a Deus que temos confiança n’Ele, mas passamos o tempo todo provando o contrário, por nossas preocupações…
Quando você age com fé e confiança em Deus, Ele lhe dá equilíbrio e luzes para agir, guiando-o e abrindo portas para você resolver o problema que o angustia. Se temos um problema é porque ele tem solução, então vamos a ela; se o problema não tem solução, então não é mais um problema, é um fato consumado, que devemos aceitar.
Em vez de ficar pensando em suas fraquezas, deficiências, problemas e fracassos, reais ou imaginários, pense como o salmista: “ O Senhor é a minha luz e a minha salvação, a quem temerei” (Sl 26,1).
Prof. Felipe Aquino

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014


Por vezes sinto o desejo de lhe pedir o impossível... mas aí me falta coragem e então peço que me dê só o necessário.
(Pe Fabio de Melo)

domingo, 9 de fevereiro de 2014

CRUZES QUE PASSAM

Os católicos são formados na mística da cruz. Deveriam sê-lo. Se não entendem, alguém falhou na sua catequese. Não vemos em Jesus alguém que nos dá apartamentos, casas, emprego ou carro. Ele nos dá dignidade para administrar a nossa vida, sejamos ricos ou pobres. Jesus nunca prometeu livrar alguém da dor e da cruz. Ele mesmo pediu e o cálice não lhe foi tirado. Mas disse que devemos tomar nossa cruz e fazer como ele. Nossa religião não promete bens materiais e sucesso financeiro. Nem pode! Jesus disse que não veio para isso.
Algumas dores momentâneas nos libertam de dores futuras. Muita gente reclama da dor que está sentindo. Mas vai sofrer muito mais se não passar pela dor que liberta. É o caso da extração de um dente, da extração de um tumor, ou da amputação de um pé. Aquela dor momentânea vai libertar a pessoa de dor permanente ou de dores piores no futuro. Existe, portanto, uma dor que liberta. E este conceito teológico da dor que liberta, entra na mística da cruz; que é também uma passagem do viver, uma dor que liberta.
O ser humano não nasceu para viver crucificado. Em nenhum momento da sua vida ele é chamado ao martírio sem sentido. Toda a dor sofrida tem um sentido. É só questão de saber o sentido daquela falta de um braço, daquele pé mais curto ou daquele defeito naquela parte do corpo. Uma vez que aprendemos a viver com ele descobrimos que nem por isso, somos menos gente. Uma flor cuja haste se quebrou, continua flor. Uma águia cuja asa se quebrou, continua águia, mesmo se não consegue mais voar como as outras águias, mas não vira um réptil. Um passarinho que não canta mais continua passarinho, não vira cachorro. Na sua essência, mesmo não cantando, não voando, a ave continua ela mesma. A flor, mesmo machucada, continua perfumada e tem a sua beleza.
Quando damos importância excessiva à estética, esquecemos a ética. E é a ética que nos faz ser bonitos, porque a estética sem ética perde o seu sentido. Nenhuma beleza é digna de contemplação se não estiver acompanhada da estética junto à ética. É o porquê da beleza que torna a beleza importante, e não ela em si mesma. É o porquê da dor que torna a dor compreensiva e compreensível, e não a dor em si mesma. Para Paulo e para nós, a cruz só é loucura se alguém não crê . Para quem crê, ela pode ser libertação.
Foi Jesus quem disse que, quando fosse elevado da Terra, atrairia todos a Ele. E disse mais: “Quem não tomar a sua cruz e não me acompanhar, não vai ser digno de mim”. Tomemos cuidado com pregadores que garantem sucesso financeiro e o fim de todas as dores e sofrimentos. Cuidado com quem garante que naquela Igreja não se sofre mais. Se isso fosse verdade, nenhum dos discípulos teria morrido mártir. Teriam todos morrido nos seus palácios e chalés na montanha e enriquecido com seus barcos e sua pesca. Afinal, ninguém foi tão fiel como eles. Como Jesus não prometeu riquezas nem sucesso financeiro, eles sabiam o que os esperava! Nunca ensinaram que ser de Jesus traz garantias de sucesso e solução de todos os problemas. É só ler a Bíblia com mais cuidado! Pregador que promete riqueza e bens materiais está blefando. Jesus nunca prometeu isso. O cêntuplo e a vida eterna não significam o dobro ou cem vezes mais bens materiais. Jesus nunca pregou prosperidade! Pelo contrário enalteceu o despojamento. Ele nunca disse que ajuntar bens e ter riquezas é uma bem aventurança. Disse o oposto! …

sábado, 8 de fevereiro de 2014

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Catequese do Papa Francisco

“Queridos irmãos e irmãs, bom dia!
Hoje falarei a vocês da Eucaristia. A Eucaristia coloca-se no coração da “iniciação cristã”, junto ao Batismo e à Confirmação, e constitui a fonte da própria vida da Igreja. Deste Sacramento de amor, de fato, nasce cada autêntico caminho de fé, de comunhão e de testemunho.
Aquilo que vemos quando nos reunimos para celebrar a Eucaristia, a Missa, já nos faz intuir o que estamos para viver. No centro do espaço destinado à celebração encontra-se um altar, que é uma mesa, coberta por uma toalha e isto nos faz pensar em um banquete. Na mesa há uma cruz, a indicar que sobre aquele altar se oferece o sacrifício de Cristo: é Ele o alimento espiritual que ali se recebe, sob os sinais do pão e do vinho. Ao lado da mesa há o ambão, isso é, o lugar a partir do qual se proclama a Palavra de Deus: e isto indica que ali nós nos reunimos para escutar o Senhor que fala mediante as Sagradas Escrituras, e então o alimento que se recebe é também a sua Palavra.
Palavra e Pão na Missa tornam-se um só, como na Última Ceia, quando todas as palavras de Jesus, todos os sinais que havia feito, condensaram-se no gesto de partir o pão e de oferecer o cálice, antes do sacrifício da cruz, e naquelas palavras: “Tomai, comei, isto é o meu corpo…Tomai, bebei, isto é o seu sangue”.
O gesto de Jesus cumprido na Última Ceia é o extremo agradecimento ao Pai pelo seu amor, pela sua misericórdia. “Agradecimento” em grego se diz “eucaristia”. E por isto o Sacramento se chama Eucaristia: é o supremo agradecimento ao Pai, que nos amou tanto a ponto de dar-nos o seu Filho por amor. Eis porque o termo Eucaristia resume todo aquele gesto, que é gesto de Deus e do homem junto, gesto de Jesus Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro homem.
Então a celebração eucarística é bem mais que um simples banquete: é propriamente o memorial da Páscoa de Jesus, o mistério central da salvação. “Memorial” não significa somente uma recordação, uma simples recordação, mas quer dizer que cada vez que celebramos este Sacramento participamos do mistério da paixão, morte e ressurreição de Cristo.
A Eucaristia é o ápice da ação da salvação de Deus: O Senhor Jesus, se fez pão partido por nós, derrama sobre nós toda a sua misericórdia e seu amor, e assim renova o nosso coração, a nossa existência e a maneira como nos relacionamos com Ele e com os irmãos.
É por isto que sempre, quando nos aproximamos deste sacramento, se diz de: “Receber a Comunhão”, de “fazer a Comunhão”: isto significa que o poder do Espírito Santo, a participação na mesa eucarística se conforma de modo profundo e único a Cristo, nos fazendo experimentar já a plena comunhão com o Pai que caracterizará o banquete celeste, onde com todos os Santos teremos a alegria de contemplar Deus face a face.
Queridos amigos, nunca conseguiremos agradecer ao Senhor pelo dom que nos fez com a Eucaristia! É um grande dom e por isto é tão importante ir à Missa aos domingos.
Ir à missa não somente para rezar, mas para receber a Comunhão, este pão que é o Corpo de Jesus Cristo que nos salva, nos perdoa, nos une ao Pai. É muito bom fazer isto! E todos os domingos, vamos à Missa porque é o próprio dia da ressurreição do Senhor. Por isto, o domingo é tão importante para nós.
E com a Eucaristia sentimos esta pertença à Igreja, ao Povo de Deus, ao Corpo de Deus, a Jesus Cristo. Nunca terminará em nós o seu valor e a sua riqueza. Por isto, pedimos que este Sacramento possa continuar a manter viva na Igreja a sua presença e a moldar as nossas comunidades na caridade e na comunhão, segundo o coração do Pai. E isto se faz durante toda a vida, mas tudo começa no dia da primeira comunhão.
É importante que as crianças se preparem bem para a primeira comunhão e que todas as crianças a façam, porque é o primeiro passo desta forte adesão a Cristo, depois do Batismo e da Crisma. Obrigado”.
Fonte: http://www.acidigital.com/noticia.php?id=26661

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

A natureza fez o homem feliz e bom, mas a sociedade deprava-o e torna-o miserável. 
Jean Jacques Rousseau

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

A mente humana é um terreno em que tudo o que se planta, vinga, e tudo o que se alimenta, cresce! Pode ser amor, ódio, violência ou paz...

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Não caminhe atrás de mim: Eu posso não liderar; Não caminhe na minha frente: Eu posso não seguir; Simplesmente caminhe a meu lado, e seja meu amigo. Albert Camus

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Meu mundo, minha natureza tão bela... espero que sempre se recupere dos ataques dos homens. Te respeitarei sempre!!!

sábado, 1 de fevereiro de 2014

SINCERIDADE "É quando nos expressamos como se o outro estivesse ao nosso lado."