sábado, 19 de janeiro de 2013

Frase


'' Mais sábios que os homens são os pássaros. Enfrentam as tempestades noturnas, tombam de seus ninhos, sofrem perdas, dilaceram suas histórias. Pela manhã, tem todos os motivos para se entristecer e reclamar, mas cantam agradecendo a Deus por mais um dia. '' Augusto Cury.


sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

O comer da fruta proibida

O comer da fruta proibida significa que o homem e a mulher, tentados, desobedeceram a Deus, não aceitaram o modelo de vida que Deus os havia dado. Quiseram “ser como Deus”, sem Deus. A raiz do pecado foi à soberba. Notemos o que disse a serpente: “ No dia em que comerdes... os vossos olhos se abrirão e sereis como Deus, versados no bem e no mal” (Gn 3,5)
O homem quis ser como Deus, capaz de definir o que é bem e o que é mal, sem se submeter a Deus, sem ter que pedir normas a Deus. Note que a soberba é o pecado do espírito, o único que os anjos e os primeiro homens podiam cometer, já que não estavam sujeitos aos desregramentos das paixões.
Trecho retirado do Livro: http://goo.gl/f2Dff

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013



Cores Litúrgicas - Significado
Tudo é simbolicamente falante na liturgia. Assim também as cores que são usadas nos arranjos, nas toalhas e paramentos, não são mera coincidência, mas querem expressar sentimentos e atitudes referentes à celebração do dia.

Normalmente estão relacionadas aos tempos (momentos) fortes da vida cristã ao longo de todo ano litúrgico (no qual celebramos a presença de Cristo).

As cores litúrgicas que estão em uso na Igreja são:
ROXO, ROSA, BRANCO, VERDE, VERMELHO e DOURADO.

Vejamos em qual tempo litúrgico é usado e qual o seu sentido:

■ Branco ou Dourado -
São usados no Natal, na Páscoa, nas Festas de Nossa Senhora e dos Santos que não foram mártires.

São as cores da pureza, da alegria.
Usados nos grandes momentos de festa celebrados pela Igreja.
É usado nas grandes solenidades do Ano Litúrgico como Páscoa, Natal, Ordenações...
São as cores das grandes solenidades e grandes festas litúrgicas.

■ Roxo -
É usado no Tempo do Advento e no Tempo Quaresmal.
O Roxo no Advento : O roxo no advento não significa penitência, mas um recolhimento, uma purificação da vida pela justiça e pela verdade, preparando os caminhos do Senhor.
O roxo vem acompanhado do sentido de um recolhimento que alimenta uma esperança.
O Roxo na Quaresma: Aqui o roxo se refere a uma profunda interiorização num tempo forte de penitência e conversão, de jejum e oração.
É também uma espera por um grande acontecimento, que nos convoca a uma preparação adequada.
Usado no Advento e na Quaresma. É símbolo da penitência e da serenidade. Também pode ser usado nas missas dos defuntos e na confissão.

■ Verde -
É usado no Tempo Comum.
Cerca de 34 semanas formam o Tempo Comum do Ano Litúrgico, sempre começando com o Domingo.
Ele é interrompido pelo Ciclo do Natal e pelo Ciclo da Páscoa, ficando assim dividido em duas partes.
É tempo de ouvir, de acolher, de conhecer e de seguir Jesus. O verde simboliza o crescimento e a esperança.

■ Vermelho -
É usado nas festas de Pentecostes, do Sagrado Coração de Jesus e dos Santos Mártires (mortos por causa da fé).
É a cor que lembra o fogo do Espírito santo por isso é a cor de pentecostes e o sangue dos mártires.
É a cor que recorda um amor tão profundo que conduz à doação da própria vida.
É a cor da sexta-feira da Paixão.

■ Rosa -
O rosa pode ser usado no 3º domingo do Advento (Domingo Gaudete ou Domingo da Alegria) e 4º domingo da Quaresma (Domingo Laetare ou Domingo da Alegria). O ROSA é uma cor intermediária entre o ROXO do Advento ou da Quaresma e o BRANCO do Natal ou da Páscoa, para simboizar as alegrias que já se aproximam.

► As diferentes cores das vestes litúrgicas têm o objetivo de manifestar exteriormente os mistérios que estão sendo celebrados pela Igreja naquele determinado dia. Além do mais, visa alertar o povo de Deus para a consciência de que a vida cristã não é algo imóvel e que ela progride com o desenrolar do ano litúrgico.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013


O beijo ao altar tem um endereço: não é propriamente para o mármore ou a madeira do altar, mas para o Cristo, que é o centro de nossa piedade.

Que sentido tem beijar a mesa na liturgia cristã? Antes de tudo, trata-se de um sinal de veneração pela mesa comum, na qual se celebra a ceia do Senhor. Com o tempo, quando já não se via perigo de confusão com os chamados cultos ‘pagãos’, a mesa foi sendo chamada de ‘altar’ e considerado representação simbólica de Cristo que é pedra angular, rocha espiritual, único templo, altar, sacerdote e vítima da nova aliança.

Esse beijo tem um sentido muito profundo. O altar é a Cruz onde se realizará o sacrifício de Cristo, pois nele, assim como na cruz, estará o Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Nosso Senhor.

O sacerdote beija o altar como um gesto de adesão ao sacrifício de Cristo. Beijando o altar, é como se o sacerdote dissesse: “Estou aqui para me unir ao teu sacrifício, Senhor!” Esse é um beijo de consolo ao coração de Jesus que recebeu de Judas um beijo traidor.

E, como o sacerdote sobe ao altar como ungido pela Igreja para oferecer em nome Dela o sacrifício pelos pecados do homem, o beijo no altar é o beijo dado pela Igreja, Esposa de Cristo, ao seu Esposo e Senhor.

Na foto: Santo Padre beija o altar depois da bênção final da Santa Missa

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Anjo amigo: O tempo pode apagar lembranças de um rosto, mas jamais apagará lembranças de pessoas que souberam fazer de pequenos instantes, grandes momentos... ETERNAS SAUDADES DE TI.

domingo, 13 de janeiro de 2013

Aquela casa, aquele sótão, quantas lembranças. A vida me sorria, de braços abertos. Estava à minha espera, cheia de alegrias, emoções, dúvidas, dores... Aquele frescor da brisa, aquele sol penetrante de verão. Muitas lutas, muitas provações. Mas viver, esse era o lema. A amoreira com suas frutas negras que brilhavam aos meus olhos, os galhos das árvores balançavam à minha espera. Altura... meu maior desafio. Desafio esse que sempre superei, enfim, venci. Árvore dos meus sonhos... Continua a me chamar, não sei se hoje consigo te vencer. Óh altura, por que continua a me desafiar? Acaso não se lembra que sempre te venci? Não sei, talvez nossos sonhos fossem equivalentes, talvez queira me dizer que hoje você seria a grande vencedora... Não importa, continuo a te exaltar. 

sábado, 12 de janeiro de 2013

Também houve decepções:
Era uma vez um Pluto de brinquedo...
A moral desta história é que: Não importa o que tiraram de vocês, sejam elas coisas materiais ou sentimentais. O que importa é o que vocês irão fazer com o resto que sobrou.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Tinha amigos, irmãos, brincava, corria, pulava cercas, caía, levantava e começava tudo de novo. É...bons tempos que realmente não voltam mais.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Nossas noites escuras, naquela casa onde só se ouvia o som dos sapos e das cigarras. De vez em quando se quebrava o silêncio com as gargalhadas de uma nova estória de mula sem cabeça.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Toda menina tinha um elástico na mochila, era uma febre. A gente brincava, usando os pés para segurar. Havia uma seqüência determinada para pular e segurar os elásticos. Selminha...minha companheira predileta no esporte.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Minha primeira bicicleta... deu tantas voltas pelas estradas de chão. Subia e descia sem cessar. Ana dizia: agora é minha vez...nunca a esquecerei...a Ana e a bicicleta.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Oxalá pudéssemos voltar a ser criança... comer fruta no pé da árvore... sem problemas, sem decepções, sem desilusões...

domingo, 6 de janeiro de 2013

Lembro-me com alegria de Correr no campo, 
Passar o rio, Assar pinhão na brasa... 
não tinha hora para nada, nem responsabilidades.

sábado, 5 de janeiro de 2013

Doces saudades... cavalgar... cabelos ao vento, ar puro, doce vovô esperando em sua tapera com carne de porco nas cinzas...

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Abria a porteira para mais uma viagem de carroça com vovô. Sacudia...sacudia...

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Pesquisas Bíblicas


Quem foi o primeiro Diácono que morreu apedrejado? Atos 7, 59-60.

Que povo foi derrotado na batalha por causa dos trovões? 1 Samuel 7,10.

Nabucodonosor era rei de qual nação? 2Reis 24,1.

Quem substitui a Judas Iscariotes como Discípulo? Atos 1,26

Qual o nome do tanque, em que Jesus mandou o cego se lavar? João 9,7

Onde Abraão foi sacrificar Isaque?   Gênese 22,2

Qual o nome do monte em que Moisés recebeu os Dez Mandamentos? Êxodo 19,20

Debaixo de que arvore Elias se assentou pedindo para morrer? 1Reis 19,4

De quem procede o amor? 1João 4,7

Quantas mulheres entraram na arca de Noé? Gênese 7,13

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Há lembranças que nos deixam viajar pelo tempo, permitem-nos alcançar lugares deixados há muito tempo lá atrás. Viajei até à minha infância, onde subia às árvores e como malabarista fugia dos insetos. As árvores por sua vez, me pareciam bailarinas a fugir de tantas sacudidas pelo embalo da minha corda de balanço.